sábado, 29 de janeiro de 2022

Calming Signals

Chewie
Sinais calmantes: A arte da sobrevivência!

Calming Signals ou sinais calmantes é um termo concebido pela treinadora de cães e etóloga canina norueguesa, Turid Rugaas, para descrever os padrões de comportamento usados ​​pelos cães ao interagir uns com os outros em ambientes que causam estresse elevado e ao transmitir seus desejos ou intenções. O termo tem sido usado de forma específica como "sinais de apaziguamento". Sinais de apaziguamento são formas comunicativas usadas por cães para diminuir a intensidade de encontros agressivos ou para prevenir completamente o desenvolvimento de encontros agressivos. Os sinais calmantes são realizados por um cão (remetente) e direcionados para um ou mais indivíduos (destinatários), que podem ser cães ou indivíduos de outras espécies, como humanos. Quando os sinais de calma são ignorados, um cão pode exibir sinais de alerta de agressão, e isso tem o potencial de se transformar em conflito direto entre os indivíduos.

A domestificação de cães por humanos alterou significativamente os padrões comportamentais observados em espécies ancestrais, como o lobo ( canis lupis ). Os cães desenvolveram mudanças na linguagem corporal, bem como alterações nas exibições auditivas e olfativas ao longo de cerca de 30.000 anos, e muitos desses padrões comportamentais modificados podem diferir em significado, dependendo da espécie do receptor desse sinal pretendido. Sinais calmantes podem ser liberados por um indivíduo voluntariamente, ou podem ser uma resposta involuntária a estímulos ambientais como resultado de mudanças induzidas pelo estresse na química do corpo, como a liberação de um odor do corpo quando ansioso.


História

No passado, estudos sobre comportamento social em lobos foram usados ​​para fornecer informações sobre padrões de comportamento social em cães domesticados. Embora o cão domesticado “canis familiaris” seja descendente de lobos “canis lupis” e, portanto, compartilhe 
certas semelhanças, diferenças distintas na morfologia e no ambiente em que as duas espécies evoluíram podem causar a transpiração de conclusões imprecisas sobre padrões de comportamento de comunicação em cães domesticados ao aplicar o conhecimento adquirido 
pelo estudo de lobos. Assim, o agrupamento de espécies ancestrais e descendentes não é considerado um método apropriado para estudar sinais calmantes em espécies domesticadas de cães.

O estudo para comportamento agressivo em cães domésticos varia do dos lobos. A maioria das raças de cães domésticos são menos propensas a se envolver em comportamento agressivo do que suas contra-partes ancestrais e, portanto, são mais propensas a exibir sinais calmantes para difundir o conflito. Em raças de cães que diferem muito da morfologia do lobo, como os pugs, sinais visuais estarão ausentes ou altamente modificados, pois não têm mais capacidade física ou meios para transmitir esses sinais. A neo-enia também pode explicar a perda de certos sinais visuais em cães domésticos e a retenção de novos sinais nas gerações subsequentes.


Tipos de Sinais Calmantes

Os cães usam indicadores visuais, auditivos e olfativos para se comunicarem com sua própria espécie e, também com outras, como os humanos por exemplo. A maioria dos sinais calmantes estudados são os visuais e às vezes são acompanhados por sinais auditivos, ou seja, um gemido agudo pode ser acompanhando de um bocejo.

Exemplos de comportamentos classificados como sinais calmantes:

· Virar a cabeça
· Suavização dos olhos
· Afastando-se
· Lamber os lábios e/ou nariz
· Congelamento do corpo
· Movimentos corporais lentos
· Exibindo um arco de jogo
· Sentado
· Deitado
· Bocejo
· Cheirar o chão
· Andando em uma curva
· Abanando o rabo em uma posição baixa
· Reduzindo o tamanho do corpo
· Lambendo a boca do destinatário
· Piscando
· Estalando os lábios
· Levantando uma pata


Os padrões comportamentais listados acima têm potencial para serem usados ​​como sinais calmantes, mas só são classificados como tal no contexto apropriado. Por exemplo, um cão deitado quando descansando não seria considerado um sinal calmante, mas um cão deitado quando abordado por outro cão já poderia ser considerado um sinal. Assim, os sinais calmantes são respostas comportamentais dependentes do contexto ao ambiente de um cão.

Nem todos os sinais calmantes têm a mesma eficácia de evitar encontros agressivos ou transmitir a intenção de um cão, pois os cães exibem preferencialmente certos sinais calmantes em detrimento de outros, dependendo de fatores externos, como a distância entre o remetente e o destinatário do sinal e a familiaridade do destinatário ao remetente. É mais provável que um cão exiba um sinal calmante quando estiver interagindo diretamente com outro cão e quando os cães estiverem separados por uma pequena distância. Lamber os lábios é um sinal calmante cujo uso aumenta em frequência à medida que a distância entre o remetente e o destinatário diminui. No entanto, cheirar o chão e bocejar, que são considerados sinais calmantes, são exibidos com mais frequência quando a distância entre o remetente e o destinatário aumenta. Sinais calmantes mais comuns exibidos por cães em geral são de congelar, lamber o nariz e virar o corpo para longe da fonte da escalada, ou seja, um cão mostrando os dentes ou rosnando.

Interações cães/humanos:

Cães domésticos exibem sinalização interespécie, especialmente aos humanos. Como os cães domésticos coabitam o mesmo ambiente que seus donos, os humanos são seus principais parceiros sociais, e há um grande nível de interação entre os dois. Lamber os lábios e desviar o olhar são comportamentos categorizados por sinais calmantes que são usados ​​por cães em interações entre espécies e interespécies e, em ambos os casos, acredita-se que sejam usados ​​para apaziguar o destinatário. Lamber os lábios é usado como um comportamento de saudação para estabelecer uma base pacífica para futuras interações.

Compreender os sinais calmantes caninos é crucial para experimentar interações positivas com os cães. Crianças com menos de seis anos de idade são menos propensas a interpretar corretamente os sinais de calma auditivos e visuais exibidos por cães e, por isso, têm maior probabilidade de se tornarem vítimas de um ataque de cão. Nos casos em que as crianças não conseguem interpretar e responder adequadamente os sinais calmantes, a interação cão-humano provavelmente aumentará e o cão poderá apresentar comportamentos agressivos, como morder.


Contato postural e visual
Interações entre espécies:

O encontro de dois cães, o cão “remetente” exibi comportamentos calmantes, suavizando os olhos e reduzindo o tamanho do corpo. Esses sinais são frequentemente usados ​​por cães em pré-conflito para evitar comportamentos agressivos e recuperar um ambiente social pacífico. Os cães desenvolveram mecanismos sociais de pacificação para aliviar, prevenir ou resolver conflitos. Alguns desses mecanismos de comportamento são sinais calmantes.

Grupos sociais de cães exibem dois tipos de padrões de comportamento de sinais calmantes pós-conflito: os dois oponentes do conflito exibem os sinais calmantes (reconciliação), ou entre um terceiro membro do grupo social (afiliação pós-conflito iniciada por terceiros).

A familiaridade e a distância entre dois indivíduos afetam a frequência do uso de sinais calmantes e os tipos de sinais usados. Sinais calmantes são usados ​​entre cães para evitar a escalada de um encontro agressivo. Os sinais calmantes entre espécies podem ser voluntários, como lamber os lábios, ou involuntários, como a liberação de odores das glândulas durante interações de alto estresse. Em ambos os casos, o receptor recebe o sinal, entende seu significado e age de acordo com essa informação, muitas vezes tomando medidas para amenizar o ambiente estressante, alterando sua linguagem corporal ou comportamento. Sinais calmantes não são exibidos em interações entre espécies quando o nível de agressão ou ameaça excede o limite de agressão do remetente. Nesses casos, os cães são mais propensos a confiar em comportamentos submissos. Sinais calmantes só são úteis para um cão quando há uma probabilidade grande o suficiente de que a direção do encontro possa ser alterada para diminuir a agressividade.

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

Doença do Carrapato

Um breve vídeo sobre a popularmente chamada "doença do carrapato".

A Dra. Luciana Lapolli gentilmente nos fala um pouco sobre os cuidados e como prevenir essa doença tão comum e perigosa que acomete nossos cães. Não percam!!

Agradecemos a parceria e o carinho conosco!

Para atendimento veterinário domiciliar entre em contato pelo canal:

https://www.facebook.com/Idealvets/




sexta-feira, 16 de abril de 2021

Filhotes sem trauma!

Regras para educar filhotes sem traumas

Algumas dicas para receber seu filhote em casa desde os primeiros dias até o momento de introduzi-lo no mundo externo.

Após alguns dias de expectativa, esperando o filhote finalmente chegar na sua casa, como adaptar esse filhotinho ao novo lar?


Ferris
1. Preparando a casa

Antecipar e preparar a casa antes da chegada do cão é muito importante. Escolher o local onde e
le vai ficar no período de adaptação e que, de preferência, já seja o local que ele viverá futuramente na fase adulta. Assim, esse local será o porto seguro do pet. Definir o local de dormir (cama ou casinha), o local de fazer as necessidades e o local de comer e beber água. Para que o impacto de separação da mãe e dos irmãos caninos seja menor, traga algo com o cheiro deles como um pano ou cobertor e coloque na cama dele, para que ele se sinta mais em casa.

2. Primeira noite

Interaja com o filhote no local escolhido para ele viver, assim ele já vai se acostumando ao ambiente e as mudanças. Faça o pet gastar bastante energia antes de dormir para que ele fique bem cansado e a primeira noite seja tranquila. Se chorar, não brigue com ele e nem dê atenção, pois ele precisa entender que ficará momentos sozinhos e vai aos poucos se adaptando à rotina da casa.

3. Tempo de adaptação

No período de adaptação, é importante ter paciência, pois o filhote não conhece as regras da casa e isso ajudará a reduzir a pressão dessa adaptação que leva alguns dias ou até meses.

4. Alimentação

Mantenha a ração que ele comia com a mãe e os irmãos caninos. Quando for fazer a troca por outra, faça de forma gradativa para evitar problemas digestivos. Definir os horários de alimentação, com o respaldo de um médico veterinário, a quantidade de ração e de vezes das porções diárias será melhor de acordo com o porte e a raça do seu cão.

Pulo ou não?
5. Saúde

Consulte um médico veterinário para indicar o cronograma de vacinação, pois a imunização é muito importante para manter o animal saudável. Quando filhotes, os cães têm baixa resistência imunológica, então, até terminar o ciclo de vacinação e o pet estar totalmente imunizado, não é aconselhável levá-lo para o pet shop. Um profissional em comportamento canino pode fazer uma pré-socialização sem colocar o filhote em risco de contrair doenças nessa fase de vacinação.

6. Necessidades básicas

No início vão ocorrer alguns erros por parte do filhote, mas, com o tempo e treinamento correto, tudo irá se ajustando e o resultado virá aos poucos. Escolha um local para ser o “banheiro”, longe da cama e local das refeições. Defina a superfície que será usada para absorver o xixi e coloque um pouco do cheiro dele. Com uma rotina bem definida dos horários da refeição, será bem mais fácil saber o horário que ele irá fazer as necessidades e, então, direcioná-lo até a área escolhida. Alguns xixis são previsíveis, como após a hora de acordar ou quando está brincando e bebendo muita água. Fique atento nesses momentos. Nunca dê broncas, só indique o local para que ele não desenvolva nenhum trauma ou medo de fazer as necessidades.

7. Primeiro banho

Após a liberação do veterinário para dar banho, escolha dias quentes. Muito cuidado com nariz e ouvidos. Seja rápido para evitar estresse. Seque bem com toalhas e secador morno. Esse momento tem que ser prazeroso para o cão, com brincadeiras e carinhos para que ele associe o banho com coisa boa.

Um mundo inteiro
pra conhecer
8. Interpretar corretamente os sinais do seu cão

Preste atenção na linguagem corporal do seu filhote, entenda os níveis de euforia dele. Sempre que necessário, regrida o treino. Espere ele se acalmar e tente novamente, sempre respeitando os limites do cão.

9. Filhote no carro

Logo cedo, é importante acostumar o cão a todos os ambientes que farão parte da vida e da rotina dele. E entrar no carro é uma delas. Como no primeiro banho, coloque ele no carro desligado com tranquilidade e sem pressa, com brinquedos, petisco e carinho, tornando assim, um momento prazeroso para o filhote. Depois que o cão relaxar, ligue o carro e o leve para algum lugar legal para associar a saída de carro com algo bom.

10. Socialização

Existe uma série de experiências necessárias para apresentar ao filhote de maneira saudável e associadas com algo positivo para que ele se acostume. Pessoas estranhas, outros cães, outros animais, barulhos e ruídos, novos cheiros, locais públicos com bastante movimentação de pessoas e tudo mais. Quanto antes socializar o cão a tudo isso, melhor. Essa socialização pode ser feita dentro de uma caixa de transporte enquanto na fase de vacinação. Gradualmente vá intensificando os treinos e os desafios, sempre com a metodologia de criar para o cão um momento prazeroso. Outro aspecto importante na socialização é condicionar o cão a deixar ser tocado, manuseado, penteado, escovado, cortar as unhas, dar a pata e todos os toques possíveis sem maiores traumas.

11. Primeiros passeios

Após uma prévia socialização do filhote numa caixa de transporte e já acostumado com o ambiente externo, ensine-o a andar com coleira dentro de casa. No momento em que ele não tenha mais receio da coleira, prefira horários mais calmos e locais tranquilos para fazer o primeiro passeio e ter contato com a área externa. Deixe-o explorar os novos cheiros e atrativos e, aos poucos, vá ensinando a melhor forma de caminhar, explorar e brincar.

12. Primeiros comandos 

Ensine alguns comandos de obediência ao filhote. Assim como para as crianças, algumas palavras nos ajudam a controlar o ímpeto e a euforia deles. Por meio do adestramento, você amplia a comunicação com o seu filhote. Dessa forma, fortalece os laços, faz com que ele entenda e, melhor, goste dessa interação, porque ela sempre será positiva para ele. 

Tenha um cão educado, tranquilo e calmo!


terça-feira, 5 de janeiro de 2021

7 formas de acalmar cães muito agitados!

Cães agitados são fáceis de serem reconhecidos, pois não conseguem ficar quietos nem após caminhadas ou atividades físicas. 

Ron Wood
Como controlar um cão com extrema energia física e mental? Como evitar problemas de comportamento, ansiedade e destruição indesejada de objetos?

Para responder a essas questões, é preciso saber que cada cachorro tem uma personalidade diferente.

Independentemente da raça, cada cão é um ser único. Uns mais tranquilos, outros mais agitados, mais tímidos, mais brincalhões, mais bravos ou mais calmos.

É fácil reconhecer quando os cães são mais agitados, pois não conseguem ficar quietos nem por um minuto. Alguns nem dormem durante o dia, o que de certa forma é normal entre a espécie canina. Podem também desenvolver comportamentos destrutivos, de tentativas de fugas, superapego aos tutores, destruição de móveis e objetos indesejáveis ou agressividade sem motivo aparente.


Fisicamente, alguns pontos também merecem atenção, pois pode haver perda de pelo e peso por falta de apetite. Por isso é importante estar sempre atento às condições físicas e mentais de seu amigo.
Meg e Robin


Mas, afinal, que atitudes podem ser tomadas para melhorar esse quadro de agitação em seu pet?

1. Entenda o cão!

Antes de tudo, precisamos detectar o nível de energia do cão. Quando estamos diante de alguma raça específica já podemos ter uma ideia, pois algumas raças são extremamente ativas, caso é o caso de caçadores, farejadores e pastores, por exemplo. Precisamos entender qual a causa dessa agitação, se é da própria natureza do cão ou se causada por problemas de saúde, más condições ambientais ou se o comportamento é reforçado pelos tutores. A partir daí, começamos um trabalho com o animal e conseguimos evitar os problemas de comportamento.

2. Atividades físicas

Na maior parte dos casos, a agitação se dá ao excesso de energia acumulada e não gasta corretamente. Então, aumentar a atividade física com passeios de qualidade, inserir atividades mentais na rotina diária para explorar os potenciais particulares de cada cão, sempre adaptados ao ritmo e porte físico de cada um, pode ajudar, e muito, nesta questão.

Lacan
3. Relaxar o cão

Deixe que o cão cheire e explore novos ambientes como praças, parques, árvores, gramas, postes e tudo o que for novidade para ele, pois é uma forma dele relaxar, receber mensagens que facilitem o reconhecimento dos ambientes e praticar seus instintos gastando sua energia mental.

4. Treinamentos

Em casa ou nos passeios, estimule a capacidade cognitiva com exercícios de obediência. É muito importante ensinar os comandos de obediência e truques. Peça alguns comandos ou truques que ele já saiba como “senta” ou “fica”, evitando, assim, que ele fique ansioso e mostrando, de forma correta e saudável, o que você espera dele. Se ele ainda não reconhece comandos, o ideal é ensiná-lo em 


casa, de forma positiva e tranquila, para que, quando for necessário colocar em prática na rua, seja algo natural e parte da rotina do pet.

5. Entretenimento

Em casa pratique jogos mais tranquilos que mantenham seu pet relaxado. Nesse ponto, o “enriquecimento ambiental” é essencial para desenvolver a inteligência do seu cão. Como o próprio nome já diz, o “enriquecimento ambiental” consiste em deixar o ambiente, em que seu pet vive, mais rico em atividades que desenvolvam sua capacidade mental em resolver questões. Por exemplo, peça um “fica” ao cão e espalhe ração pela casa, no chão, embaixo de tapetes e atrás de portas. Em seguida, libere-o para que ele ache os grãos escondidos. Outras dicas, colocar petiscos dentro de garrafas pet, caixas de papelão, embrulhos de panos, entre outros, para que ele descubra como liberar os alimentos. Cubos de gelo feitos com frutas ou ração também costumam ser uma atividade bem apreciada pelos cães. É muito importante que, sempre que ele estiver praticando essas atividades, ele esteja se sentindo recompensado pelo seu dono. Isso será muito válido para reforçar o comportamento calmo.

Luna

6. Tranquilidade

Nosso comportamento e o meio em que o cachorro vive interferem diretamente no estado emocional dele. Então, além de um ambiente equilibrado, aja tranquilamente, fale com ele sempre em tom de equilíbrio, sem castigos, principalmente quando ele estiver agitado ou demonstrando algum comportamento errado. Carinhos, massagens com toques no cão também promovem momentos de calma e prazer com seu dono.


7. Ajuda profissional 

Muitas vezes não disponibilizamos de tempo, técnicas corretas, habilidades ou paciência para ensinar o cão, procure um adestrador ou profissional em comportamento canino para que ele possa ensinar, executar e manter o seu cão sempre com níveis de energia equilibrados.


sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Quando iniciar o adestramento?

Comece a treinar seu cão na hora certa e tenha um pet muito mais equilibrado! 

Theo
Como é bom ter um filhote em casa! Com aquela carinha de bebê e disposição de sobra, eles fazem a alegria de seus tutores. Mas junto de tudo isso vêm as bagunças e os hábitos ruins. Então, precisamos estar preparados para que a convivência dentro e fora de casa não se torne algo desagradável.

Uma dúvida muito comum é quando começar a adestrar o pet. Tanto faz se são cães de raça ou sem raça definida, o importante é começar o adestramento logo cedo. Aos 50 dias de vida, os animais têm uma capacidade incrível de aprendizado e condicionamento. Adestrando logo, podemos apresentar para os nossos filhotes hábitos bons, para que eles logo aprendam. Nessa fase de aprendizado é importante que os cães tenham mais exemplos legais e comportamentos corretos.


A janela da sociabilização é algo que vai se fechando, e quanto antes apresentarmos ao pequeno odores, sons e lugares diferentes, mais sociável ele se tornará.

Ory

E depois de adulto?

Adestrar mais tarde pode ser mais difícil, pois temos que extinguir
 comportamentos que já estão fixos e trocá-los por outros. Mas é perfeitamente possível ensinar um pet mais velho, ainda que demore um pouco mais pra aprender.

Strela
Quanto antes você chamar um adestrador menos o problema vai se agravar. Ao passar do tempo os cães vão aprendendo coisas novas, sendo a maioria comportamentos indesejável, adestrar um cão em qualquer fase da vida é muito importante.

Os treinamentos são fundamentais para também enriquecer o dia do pet, gastar energia e treinar o cérebro.

Por que adestrar?

Existem vários motivos que podem levar um tutor a querer adestrar seu pet, como agressividade,
fobias, compulsões, necessidades fora do lugar, entre outros.

Bob
Deixar a situação do pet chegar ao extremo, pode-se considerar um dos maiores erros do tutor. Se seu amiguinho está apresentando comportamentos indesejados, não deixa pra chamar um especialista na última hora.

Erros comuns

Um dos erros comuns é quando alguns tutores pensam que pode resolver os problemas comportamentais do seu pet sozinhos. Por trás de todo adestrador existe muito estudo e dedicação, fora a experiência profissional.

Vamos supor que você tenha acabado de adotar um cão adulto. O procedimento é o mesmo de um filhote: quando ele chegar em casa, o ideal é que o adestrador chegue junto com ele. Ao longo dos dias, a timidez vai embora e seu novo amigo mostrará quem realmente é. Proporcionar um ambiente saudável e com um suporte de adaptação sem estresse é muito importante. Falando da adoção adulta, não 
sabemos da história prévia do pet, então, com os olhos treinados do adestrador tem-se uma grande vantagem.